terça-feira, 22 de março de 2011

Novas

Estou ausente, eu sei.

Apesar da cobrança, não consigo atualizar.

Prometo me empenhar.

OBAMA NO BRASIL

A foto abaixo seria de um momento de descontração se fosse fora do contexo. Neste exato momento os EUA, presidido por este senhor abaixo que aparece batendo uma bolinha com o garotinho, declarava guerra a Líbia.








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LANÇAMENTO DO LIVRO: TRAÇANDO NOVOS RUMOS: O BRASIL EM UM MUNDO MULTIPOLAR.

Lançamento do IPEA em parceria com Foresight , publicação traz artigos do Glauco Arbix, Nelson Barbosa, Rubens Barbosa.

Algumas coisas são mais do mesmo, mas vale uma olhadela

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sábado, 4 de dezembro de 2010

WikiLeaks e a Visão dos EUA sobre o Brasil

Deem uma olhada neste documento postado no WikiLeaks........

 

Brazil - De olho nas Olimpíadas, US faz lobby e amplia presença no país

Natalia Viana, 2 de Dezembro de 2010, 09.00 GMT
São Paulo, Brasil - Telegramas enviados pela embaixada americana em Brasília e publicados pelo Wikileaks revelam que EUA estão preocupados com a segurança da Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 no Brasil - e querem lucrar com isso.
Mesmo antes da escolha do país como sede das Olimpíadas, a seguraça dos jogos já era um dos principais temas na pauta de reuniões bilaterias entre diplomatas e militares. Os EUA buscam cooperação militar, oportunidades comerciais e já preparam um aumento do seu pessoal no país.
O apagão que deixou no escuro 18 estados brasileiros em 10 de novembro de 2009 ofereceu, nas palavras da conselheira para assuntos administrativos da embaixada, uma "excelente ocasião" para tratar do assunto.
"A preocupação, recentemente ampliada, com a infraestrutura brasileira depoois do blackout, aliada à necessidade de resolver desafios de infraestrutura na contagem regressiva para a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016, apresentam uma oportunidade para os EUA se envolverem em desenvolvimento de infrastrutura e também na proteção de infraestrutura crítica e segurança cibernética", escreveu Cherie Jackson num telegrama a Washington (CLIQUE AQUI).
O documento traz uma análise sobre o apagão , incluindo detalhes técnicos obtidos em conversas com membros do governo como Plínio de Oliveira, presidente do Operador Nacional do Sistema Elétrico e o Secretário Executivo do Ministério de Minas e Energia José Coimbra.
Jackson acredita que, embora a segurança física das instalações nunca tenha sido prioridade no Brasil, o foco deve ser cada vez maior à medida que se aproximam os jogos. Segundo ela, autoridades brasileiras "admitem a possibilidade de um ataque" e estariam identificando as principais instalações que precisam ser protegidas.
"O Brasil pode estar aberto a buscar cooperação em proteção crítica de insfraestrutura", diz ela.
Assim, Cherie Jackson faz um apelo para que diversos setores do governo dos EUA explorem as oportunidades a médio prazo no país.
Além dos americanos, o governo islaense também ofereceu apoio na coordenação das olimpíadas. Em 11 de novembro de 2009, o presidente de Israel Shimon Peres liderou uma comitiva de 40 empresas israelenses ao Rio de Janeiro.
"Da mesma forma que fizemos com as Olimpíadas da Grécia e na China, estamos oferecendo tecnologias especiais de comunicação e segurança", disse ele durante a visita.
O futuro é hoje
Em 24 de dezembro de 2009, Departamento de Defesa americano recebeu um detalhado relatório intitulado "Olimpíadas do Rio - O Futuro é Hoje" (CLIQUE AQUI). O telegrama, assinado pela Ministra Conselheira da Embaixada Lisa Kubiske - que permanece no cargo mesmo depois da troca de embaixadores este ano - aponta oportunidades comerciais e militares.
"O governo brasileiro compreende que enfrenta desafios críticos na preparação dos Jogos de 2016 e demonstrou grande abertura em áreas como compartilhamento de informações a cooperação com o governo dos Estados Unidos - chegando até a admitir que poderia haver a possibilidade de ameaças terroristas", diz o documento. A admissão, "pouco usual" para um "governo que oficialmente acredita que não existe terrorismo no Barsil", teria sido feita por Vera Alvarez, chefe da Coordenação-Geral de Intercâmbio e Cooperação Esportiva do Itamaraty.
Ela prossegue: "além de preparar as oportunidades comerciais que os jogos vão oferecer às empresas americanas, o governo dos EUA deveria se aproveitar do interesse do Brasil no sucesso olímpico para progredir na cooperação bilateral em segurança e troca de informações".
Jeito brasileiro
Kubiske reclama, no entanto, de muitas promessas e pouco planejamento e ação. Por exemplo, o presidente Lula prometeu entradas grátis para estudantes e trabalhadores de outros países, mas não pensou em como fazer isso.
Além disso, diz ela, tentativas dos EUA e do Reino Unido - que sediará as olimpíadas de 2012 - de entrar em contato com o Ministério dos Esportes não foram bem-sucedidas.
"Articular os objetivos mais amplos e deixar os detalhes para o último minuto pode ser o jeito tipicamente brasileiro, mas pode gerar problemas", comenta Kubiske.
"Os atrasos que esperamos do governo brasileiro em planejar e executar os trabalhos de preparação para uma Copa do Mundo e Olimpíadas bem-sucedidas com certeza vão gerar um ônus maior para o governo americano poder garantir que os padrões necessários serão alcançados".
Por isso, a missão americana já está coordenando a ampliação de pessoal, estrutura e recursos, com suas agências em Brasília e no Rio de Janeiro - o que seria necessário para gerenciar o envolvimento dos EUA nos Jogos. "Já existem oportunidades para o governo americano para buscar colaboração em função dos Jogos, incluindo aumentar a cooperação e a expertise brasileira em contraterrorismo", finaliza o telegrama.

Wikileaks Gate

Bom, está em toda mídia o vazamento de documentos dos EUA que foram parar no site da WikiLeaks.

Para quem não sabe, ela é uma organização transnacional sem fins lucrativos com sede na Suécia que publica em seu site post de fontes anônimas, documentos, fotos e informações confidenciais, vazadas de governos ou empresas, sobre assuntos sensiveis.

Dentre os constragimentos ao governo americano podemos lembrar das cenas que mostravam civis iraquianos sendo mortos num ataque aéreo das forças militares americanas.

Documentos secretos sobre a guerra do Afeganistão.

Publicou um pacote com quase 400.000 documentos secretos, denominado Iraq War Logs, reportanto torturas de prisioneiros e ataques a civis pelos norte-americanos e seus aliandos, na Guerra do Iraque.
Publicou diversos telegramas secretos do Governo dos USA.
O governo americano tem tentado tirá-los do Ar, mas não tem conseguido.

Para quem quiser acessar é só clicar no link :


http://46.59.1.2/


Vale a pena.....É ver como hipocrisia funciona.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Rolam as pedras.....

Rockn Roll


Um dos mistérios mais intrigantes no Reino Unido é como surgiu o Stonehenge, o círculo pré-histórico de pedras na Inglaterra. Nós sabemos que foi há cerca de 4.500 anos, e que as pedras vieram do País de Gales, a 250km de distância... mas como?
Claro, na época não era tão fácil transportar coisas - especialmente não 60 diábases que dizem pesar entre duas e quatro toneladas cada. Várias teorias foram lançadas ao longo dos anos para explicar como as pedras foram transportadas, incluindo: trenó, jangadas ao longo dos rios, e que Merlin usou sua mágica para reunir as pedras lá.

Esta semana, o engenheiro e ex-apresentador da BBC, Garry Levin, testou a teoria dele de que cestos de vime feitos com salgueiro foram usados para rolar as pedras pelos 250km que separam a pedreira em Preseli Hills, no País de Gales, até Salisbury, na Inglaterra. Ele fez um cesto desses, usando espécimes novas de salgueiro e amieiro, e recrutou vários amigos para ajudar a rolar uma pedra de uma tonelada no chão.
Ele acredita que bois podem ter ajudado a rolar os cestos em alguns trechos, e que as pedras poderiam ter flutuado na água, rio abaixo. Mas Lavin tem certeza de que os cestos exerceram um grande papel na formação do Stonehenge - e dado que ele já está construindo um megacesto para mover uma pedra de cinco toneladas, nós provavelmente saberemos a resposta em breve. A menos que aliens decidam surgir e mostrar como eles fizeram o Stonehenge. [Daily Mail; primeira imagem via Wikipédia]


sábado, 13 de novembro de 2010

Ipad

Bom, depois de uma longa espera consegui comprar na Apple Store de NY meu Ipad.
Claro que um monte de gente já tem mas este é o meu.
Vou falar um pouco a experiência depois de 1 mês com ele.
Eu sempre andava com meu notebook, desde 2000. Lombalgia e dores mas costas. Imagina um Compaq com 15 polegadas e quase 3 kg.
Passei para outro de 2kg.
Até que surgiram os netbooks e eu comprei um Asus Eeepc em 2007.
Depois tive um net Lg (péssima experiência com bateria). Outro Asus com bateria de 9 horas. Dai o Ipad.
Ele é de 16gb e wifi.
Vejo internet, email, escrevo coisas rápidas, rede social, aplicativos interessantes, jornais, revistas, jogos, filmes, musica, arquivos à mão...Tudo com cerca de 700 gramas e fininho.
Meu primeiro contato com PC foi em 1993 com fosforo verde, disquete daqueles grandes, tudo tinha que programar. Em 1996 windows 93 e o primeiro contato com email.
Fico abismado quando meu smartphone tem processador e armazenamento maior que meu notebook que comprei em 1999 e paguei quase 2.500,00R$.
Sou harduser em casa, mas na rua o ipad me atende e, sobretudo, me fascina. Isto aqui é uma nova experiência.
Como já disse aqui antes, tudo depende para o que se vai usar. Gostei do ipad.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Lugar Certo e na Hora Certa

Deem uma olhada na imagem abaixo.

É uma das primeiras fotografias feita por Luis Daguerre em 1838 da rua de Paris.

O interessante que não aparece nem um movimento na foto. Pessoas andando, carruagens e afins... Somente aparece um homem que está parado engraxando seu sapato.

Como o processo de daguerreotipagem não capta movimento, este homem,  por estar no lugar certo e hora certa, teve  a considerada primeira foto de uma pessoa.

Que sorte.


sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Cadê a Sustentabilidade ?????? Perdeu playboy......


Bandas épicas e mais de 50 mil pessoas por dia no interior de São Paulo. É possível dizer que o SWU, o festival com cara de Woodstock que invadiu Itu, foi um sucesso. Tudo isso se não fosse o fato de a organização ter batido na tecla mais moderna dos nossos tempos: a sustentabilidade. E, se o som foi bom, as questões de sustentabilidade ficaram escondidas atrás das garrafinhas de plástico.
Desde que o nome do festival foi divulgado, o esforço era afirmar que não se tratava de um simples evento de música, mas sim de um gigantesco “movimento de conscientização em prol da sustentabilidade”. E ele ainda seria o pioneiro no Brasil, com possibilidades de se tornar um marco verde no país. Mas o que pudemos extrair  e ver do festival é bem claro: o Brasil adicionou em seu dicionário o termo greenwashing, a tática publicitária para deixar as empresas mais verdes e boazinhas para nós. Só.
O pessoal da Revista Sustentabilidade levantou alguns pontos que mostram a contradição que um megaevento entupido de dinheiro e negócios tem com uma proposta sustentável real: o estacionamento custava 100 reais, com o argumento de que o ideal era deixar o carro em casa e ir de ônibus. Ao mesmo tempo, não havia estacionamento de bicicleta para quem morava na região, e a frota de ônibus foi muito aquém do necessário – no primeiro dia, pessoas enfrentaram mais de 4 horas de fila para voltarem a São Paulo. Nenhum tipo de transporte fazendo o trajeto entre a rodoviária de Itu e o evento estava disponível também.
Se um dos lemas do SWU era “a primeira coisa que você pode fazer para salvar o planeta é fazer alguma coisa”, dando a entender que pequenos gestos jáfazem a diferença, é contraditório constatar que latas de cerveja eram vendidas por 7 reais acompanhadas de um copo de plástico, ou que garrafas de plástico de água eram vendidas, sem nenhum tipo de distribuição gratuita. Todo o lixo do evento foi reciclado e quase 1 milhão de latinhas foram recolhidas, mas isso já é comum em trocentos festivais e eventos de todo porte. No fim das contas, as tais ações verdes seguiram o mesmo padrão dos últimos anos: muita publicidade para deixar empresas com cara de cool e bondosas ao mesmo tempo, mas poucas mudanças realmente efetivas no processo real, que é o que interessa. "Foi um Woodstock sem causa", disse o jornal Gazeta do Povo.
Musicalmente falando, o SWU foi um evento sensacional. Festivais de grande porte como o Coachella, na Califórnia ou o Roskilde, na Dinamarca, sempre foram o sonho dos brasileiros que gostam de música de forma quase doentia. É ótimo imaginar que bandas como Pixies, Queens of the Stone Age e Rage Against the Machine puderam se encontrar num evento com várias outras bandas, para vários públicos diferentes, em terra brasileira. Temos mais é que comemorar o alto público presente – as chances de mais eventos desse porte aparecerem por aqui nos próximos anos é alta. Mas, por favor: da próxima vez, ou falem apenas de música, ou falem de sustentabilidade de forma séria

Fonte: Gizmodo Brasil